Olá, pessoal, no post de hoje, vamos refletir sobre um tema extremamente relevante: as fakes News e a desinformação. Essa temática foi abordada no podcast QUINTA D’ELAS e debatida em sala com toda a turma. A discussão foi muito rica e importante, especialmente porque somos professores em formação. Em breve, estaremos em sala de aula e precisaremos conduzir conversas como essa com nossos futuros alunos.
As fakes News têm um impacto
direto no cotidiano escolar. Informações equivocadas sobre temas educacionais
podem ser compartilhadas e causar confusão entre alunos, pais e professores.
Além disso, notícias falsas muitas vezes reforçam estereótipos e preconceitos,
o que contribui para o aumento do bullying nas escolas. Quando analisamos esses
aspectos, percebemos que o trabalho docente também é afetado pela fake News,
pois ela impacta diretamente na construção do conhecimento e na formação
crítica do aluno.
Além das fake News, outro ponto
que merece atenção é a desinformação, que muitas vezes é confundida com
notícias falsas. No entanto, a desinformação não se limita ao meio digital e
vai além das fake News. Ela está relacionada à divulgação de conteúdos incompletos,
distorcidos ou fora de contexto, que podem induzir o público ao erro. No
ambiente escolar, esse tema também precisa ser amplamente discutido, pois
compromete o desenvolvimento do pensamento crítico e afeta diretamente a
formação do conhecimento dos alunos.
- E aí, você entende quando
falamos de Fake News e Desinformação? Bem, como foi exposto anteriormente, são
duas coisas distintas que estão complemente interligadas. Para um melhor
entendimento, segue a exemplificação das duas vertentes discutidas:
·
Fake News - são notícias falsas que são
feitas para parecerem verdadeiras.
·
Desinformação - feito para controlar ou
enganar o outro.
Mas espera, é importante saber que nós somos a
chave para a melhoria da circulação desse canal, visto que a fake News ela roda
em um click para milhões de pessoas, mas cabe você saber identificar o que é
verdadeiro ou não. E como podemos fazer isso? Identificando o título, verificando
a temática e o site ao qual foi espalhado; E veja bem, a desinformação é uma
arma poderosa na sociedade, e cabe a educação transformar cidadãos com uma
visão ampla do que está acontecendo diante do mundo, enriquecendo seu
conhecimento e sua educação.
Diante disso, é papel da escola
promover a educação midiática como parte da formação dos estudantes. É
fundamental que eles aprendam a utilizar as mídias de forma consciente, saibam
identificar notícias falsas e desenvolvam o hábito de realizar uma leitura
completa e atenta das postagens, sem se deixar levar apenas pelos títulos
sensacionalistas. Para isso, é essencial criar situações de aprendizagem que
incentivem a análise e a comparação de informações.
Como futuros professores,
precisamos começar desde já a desenvolver o olhar crítico sobre a origem das
informações que consumimos. O primeiro passo parte de nós: ao nos formarmos com
essa consciência, seremos capazes de transformar a prática pedagógica e
preparar nossos alunos para atuarem de forma crítica e responsável no ambiente
digital.
Por isso, tudo o que debatemos em
sala foi de suma importância para nossa formação. Precisamos estar preparados
para oferecer aos nossos alunos a melhor base possível para enfrentar os
desafios da era da informação. Afinal, não conseguimos evitar que as fakes News
existam, mas podemos, sim, combatê-las com educação, informação e formação
crítica.
Esse assunto é muito importante de ser discutido, principalmente porque somos futuras professoras. Muita gente ainda confunde fake news e desinformação, e achei muito interessante a forma como vocês abordaram esse tema, mostrando que a educação pode ajudar a combater esse problema. Na sala de aula vamos lidar bastante com esses desafios, já que os alunos recebem informações de todos os lados. Por isso, é necessário ensinar eles a analisar tudo o que chega até eles, antes mesmo de saírem espalhando algo que pode nem ser verdade.
ResponderExcluirótimo texto meninas! nós como futuras pedagogas precisamos urgentemente nos conscientizar sobre as desinformações e fake news, porque isso acaba afetando diretamente na educação e no nosso trabalho.
ResponderExcluirAdorei como vocês conseguiram explicar de forma clara e acessível a diferença entre fake news e desinformação, algo que muita gente ainda confunde. A reflexão sobre o papel da escola na formação crítica dos alunos ficou perfeita!Gostei da forma que escreveram e pela seriedade com que abordaram o assunto, vocês reforçaram o papel fundamental da escola na construção de uma sociedade mais consciente e preparada para lidar com os desafios da informação.
ResponderExcluir-ASS: Ana Milena
Concordo ! É de grande importância os docentes serem instruídos e capacitados para o acesso ambiente digital e poder orientar os alunos com o uso, assim construirá novos saberes e poderiam acessar com conhecimento crítico.
ResponderExcluirEssa discussão sobre fake news e desinformação muito importante, principalmente porque em breve estaremos atuando como professores e lidando com essas questões no dia a dia da sala de aula. é urgente ensinar os alunos a pensar de forma crítica sobre as informações que recebem, principalmente nas redes sociais.Acredito que nosso papel como futuros docentes é justamente ajudar nossos alunos a desenvolverem esse olhar crítico. A escola precisa ser um espaço de formação consciente, onde o estudante aprende a se posicionar diante do mundo com responsabilidade e autonomia.
ResponderExcluirObjetivo e bem estruturado, o blogue usa linguagem acessível e oferece dicas úteis para identificar Fake News. Destaca o papel da escola e do professor na formação crítica. Texto muito bem escrito e que mostra uma realidade com clareza.
ResponderExcluirParabéns, meninas!
Vitoria e Ana, vejam que com os temas do direito a comunicação, vocês poderiam começar a explorar a hipertextualidade e outras linguagens no blog. Quem acessa o blog de vocês, precisa ter acesso ao referencial que foi utilizado para fundamentar a argumentação. E neste caso, o referencial foi o podcast Quinta D'elas. Porque não colocam um link para esse podcast? Porque não trouxeram o podcast no lugar desta imagem estática? Precisamos sair da zona de conforto e explorar sem medo!
ResponderExcluirO que observo é que vocês avançaram muito na escrita. Conseguem elaborar um texto fluído, com coesão, mas sinto falta de trazer o referencial, especialmente nesta temática. VocÊs trazem alguns conceitos, sem indicar qual é o autor e que eu tenho ideias contrárias. Quero destacar que quando coloco desinformação/fake news entendo que são sinônimos, e que não são distintos como vocês afirmam. A Fake News é um processo de desinformação, simplesmente, porque ela se configura a partir de uma dinâmica de produzir informações falsas e disseminar na rede. E isso provoca uma desinformação. Por isso, é importante que tragam os autores dos conceitos, pois vocês não são especialistas no tema, e se trazem essa diferenciação, é porque acharam em algum autor, não é?
Considero que como educadoras, esse tema é fundamental, pois são vocês que precisam criar situações de aprendizagem em que os alunos sejam levados a analisar, comparar, verificar fontes e reconhecer contradições nas informações que recebem — especialmente nas redes sociais, vídeos, memes e mensagens virais. Ou seja, é nosso papel, formar leitores e produtores de informação que saibam conviver em uma sociedade conectada e desigual. Isso significa ensinar a diferenciar opinião de fato, a verificar antes de compartilhar, e a valorizar o conhecimento construído coletivamente com base no diálogo e na ética. bjos